Você já se olhou no espelho e, mesmo estando bem, sentiu que não era suficiente? Talvez tenha notado uma ruga, um detalhe do corpo ou até mesmo a forma como seu cabelo se ajeitou naquele dia… e a sensação imediata foi de crítica, julgamento e comparação.
O espelho mostra a realidade: traços, formas, aquilo que está visível. Mas a mente — quando alimentada por pensamentos distorcidos — pode transformar essa imagem em um inimigo. E é exatamente aí que mora o desafio da autoestima.
Quando a mente engana
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que não são os fatos em si que nos fazem sofrer, mas a forma como interpretamos esses fatos.
Esses pensamentos automáticos distorcidos não refletem a realidade, mas sim histórias internas construídas ao longo do tempo — muitas vezes baseadas em críticas, comparações e experiências passadas.
Como começar a mudar essa relação
Um primeiro passo para melhorar a autoestima é aprender a questionar esses pensamentos. Em vez de aceitar como verdade absoluta o que a mente diz, pergunte-se:
Esse exercício, embora simples, cria espaço para um olhar mais justo e equilibrado.
Um convite à reflexão
Da próxima vez que se olhar no espelho e sentir que sua mente está contando uma história dura demais, pare por alguns segundos. Respire. Reconheça: “Essa é a minha mente tentando me enganar de novo”. E então, escolha conscientemente se vai alimentar esse pensamento ou se vai substituí-lo por algo mais saudável e realista.
A autoestima não nasce de uma única frase positiva repetida no espelho, mas do hábito diário de reescrever as narrativas que a mente cria. O espelho não mente… mas você pode ensinar sua mente a ser mais honesta e gentil com você mesma.
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Atenção: Se você estiver em crise, com ideação ou planejamento suicida, ligue para o Centro de Valorização da Vida - CVV (188). Em caso de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue imediatamente para o SAMU (192), ou para o Corpo de Bombeiros (193).
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